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Aumento na cota para a União Europeia deve gerar incremento nas exportações de aves

O presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, comemorou o acréscimo à cota de exportações de carne de franco e de peru, anunciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) na semana passada.

De acordo com o ministério, houve aumento de 4.766 toneladas na cota brasileira, com tarifa 0%, para certos cortes de carne de frango.  A cota para embarques para certos cortes de carne de peru, com tarifa 0%, para o mercado europeu também foi aumentada em 610 toneladas.

Turra explica que o incremento nas cotas deve gerar resultados positivos para o saldo das vendas brasileiras ao mercado europeu, em um período importante para o setor.

“Neste momento de busca de novas oportunidades e de reconquista dos espaços no mercado internacional, a expansão das cotas com tarifa zero devem favorecer uma melhora no desempenho da receita das exportações para o Bloco Europeu”, ressalta Turra.

Fonte: ABPA

Receita de exportações de carne de frango mantém alta de 5,9% em 2017

A receita dos embarques de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura, processados e embutidos) manteve saldo positivo no primeiro semestre de 2017.  Conforme levantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o saldo das vendas entre janeiro e junho deste ano superaram em 5,9% o total obtido no mesmo período do ano passado.  Ao todo, foram US$ 3,585 bilhões em 2017, contra US$ 3,384 bilhões no ano anterior.

Em volume, houve retração de 6,4% na comparação entre o primeiro semestre deste ano e de 2016. No total, foram 2,121 milhões de toneladas entre janeiro e junho de 2017, frente a 2,266 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior.

Considerando apenas o mês de junho, houve retração de 9,8% nos volumes embarcados, com 371,5 mil toneladas no sexto mês deste ano e 411,8 mil toneladas no mesmo período de 2016.

Em receita, a queda foi de 6,4%, com total de US$ 619,5 milhões em junho deste ano, e de US$ 661,5 milhões em 2016.

“Apesar da queda nos volumes embarcados em junho, é notável uma expressiva retomada do ritmo das vendas desde os impactos decorrentes dos equívocos da divulgação da Operação Carne Fraca.  Em relação a maio, o desempenho em toneladas foi 6,2% superior.  Já em relação a abril, imediatamente após a operação, os embarques de junho deste ano apresentaram elevação de 15,1%.  Neste contexto, África do Sul, Egito e México foram os grandes destaques. O resultado das exportações de carne de frango poderia ter sido ainda melhor, caso as chuvas de junho não tivessem causado o fechamento parcial de portos do Sul”, aponta Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

Carne suína in natura – As vendas de carne suína in natura voltaram a registrar patamares superiores aos obtidos em 2016. Em junho, foram embarcadas 54 mil toneladas, volume que supera em 1,3% o total exportado no mesmo período do ano passado, de 53,3 mil toneladas.

A elevação é ainda mais expressiva no desempenho cambial.  As vendas de junho geraram, ao todo, US$ 141,5 milhões, saldo 25,2% acima do obtido no mesmo período do ano anterior, com US$ 113 milhões.

No semestre, os embarques do setor totalizaram 293,7 mil toneladas, número 2,5% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado, de 301,1 mil toneladas. Em receita, houve acréscimo de 29,1%, com US$ 740,3 milhões neste ano – contra US$ 573,6 milhões no ano anterior.

“Rússia, Uruguai, Angola e Argentina se destacaram no mês, com expressiva alta nas importações da carne suína in naturabrasileira.  O desempenho registrado em junho chega a superar a média dos embarques de carne suína in natura em 2016, de 52,3 mil toneladas, o que é um bom indicativo quanto ao desempenho esperado para o segundo semestre”, analisa Ricardo Santin, vice-presidente de mercados da ABPA.

Fonte: ABPA

SUÍNOS/CEPEA: PREÇOS REAIS EM JUNHO SÃO OS MENORES DESDE 2013

Na parcial do mês de junho, os preços do suíno vivo e da carne caíram para os menores patamares, em termos reais e considerando-se apenas os meses de junho, desde 2013. Segundo pesquisadores do Cepea, o mercado tem sido pressionado pela contínua entrada de animais de contratos no mercado independente, o que dificulta o ajuste na oferta e, consequentemente, o controle dos preços.

Além disso, a desvalorização das carnes bovina e de frango também tem pressionado as cotações no mercado suinícola. Entre 1º e 28 de junho, a carcaça especial no atacado da Grande São Paulo teve média de R$ 5,87/kg (contra R$ 5,81/kg em jun/13). Quanto ao animal vivo, os negócios tiveram média de R$ 3,30/kg em Santa Catarina (R$ 3,03/kg em jun/13).

Fonte: Cepea

Biosen garante presença no Simpósio Mineiro de Suinocultura

Apoiadora desde 2005 pela rica troca de informações e conhecimentos técnico-científicos para a cadeia suinícola, Biosen confirma mais uma vez sua participação e leva novidades de seu portfólio

SALTO, 28 DE JUNHO DE 2017 – O compromisso com o desenvolvimento da suinocultura nacional é um dos pilares da Biosen (Salto/SP), empresa especializada em soluções para a nutrição animal. Por esta razão é que há 6 anos ela confirma presença no Simpósio Mineiro de Suinocultura. Este ano em sua 6º edição, acontecerá simultaneamente com a III Conferência Internacional de Suinocultura, em 9 e 10 de agosto, no Salão de Convenções da Universidade Federal de Lavras (UFLA, Lavras/MG). Organizado pelo Núcleo de Estudos em Suinocultura (NESUI), da mesma instituição de ensino, o encontro ganhou notoriedade pelo alto nível das palestras, qualidade de público e empresas apoiadoras. E por esta razão que a Biosen faz parte do rol dos patrocinadores.

Com renomados conferencistas nacionais e internacionais o evento trará como foco central a Nutrição de Suínos com foco em Rentabilidade. O Diretor Geral da Biosen, Fernando Toledano, que é também formado em Medicina Veterinária pela mesma instituição, destaca o prazer de acompanhar e ver o encontro tomar forma e ganhar projeção internacional. “Tenho especial orgulho em constatar o excelente nível técnico deste Simpósio. Isso porque a cada edição são apresentados temas relevantes que contribuem com os desafios da suinocultura industrial brasileira. São eventos neste formato que primamos associar nossa marca”.

O EVENTO – Consolidado como o melhor evento de nutrição de suínos do Brasil, o SIMIS (Simpósio Mineiro de Suinocultura)  teve sua primeira edição do evento em 2005, dando sequência nos anos de 2007, 2010, 2012 e 2014. A cada edição vem superando expectativas, com cada vez mais qualidade e reconhecimento dos profissionais e pesquisadores da área. Em 2017, a edição será particularmente importante, pois o idealizador e organizador do evento, o Núcleo de Estudos em Suinocultura (NESUI), completa seus 15 anos.

 

 

Exportação das cooperativas cresce em volume e receita da carne de frango

Dados da SECEX/MDIC apontam que o volume de carne de frango exportado pelas cooperativas brasileiras nos cinco primeiros meses de 2017 aumentou mais de 5%. E como o preço médio obtido valorizou-se quase 11%, o resultado final foi uma geração de receita cambial 16,59% maior que a de idêntico período de 2016.

O aumento no volume ficou todo concentrado nos cortes de frango (+8,29%), pois o volume de carne salgada recuou 21,65%, o de industrializados 12,61% e o de frango inteiro 9,31%.

A valorização no preço médio também se concentrou nos cortes (+14,39%), ainda que industrializados e frango inteiro também tenham registrado ligeira melhora de preço (+ 2,87% e +0,76%, respectivamente). Ou seja: a carne salgada teve queda de preço, em valor próximo de 1%.

Como efeito desses desempenhos, o aumento de receita do setor ficou centrado exclusivamente nos cortes, valorizados em quase 25%. Mas esse ganho se diluiu com a queda de 22,46% na receita da carne salgada, de 10,10% nos industrializados e de, praticamente, 9% no frango inteiro.

Nesses cinco meses, a receita cambial das cooperativas com a carne de frango representou 20,61% da receita cambial do setor cooperativo, aumentando 3,90% em relação a idêntico período de 2016. Já em relação à receita cambial total da carne de frango a participação das cooperativas ficou em 17,97%, aumentando 7% em relação aos cinco primeiros meses do ano passado.

Notar, a propósito, que o resultado das cooperativas com a exportação de carne de frango vem sendo melhor que o das exportações globais do produto. Pois enquanto o volume total exportado nesses cinco meses retrocedeu quase 6% em relação a janeiro-maio de 2016, o das cooperativas aumentou mais de 5%. E enquanto a receita cambial global da carne de frango evoluiu quase 9%, a das cooperativas cresceu 16,59%.

Fonte: AviSite